25.4.04
Histórias de dar água na boca
Algumas comidas são tão gostosas que parecem freqüentar nossas mesas desde sempre. Mas você já parou para pensar sobre quem foi o gênio que criou a pizza? E o sushi? E a esfirra? Na maioria das vezes essas e outras delícias famosas no Brasil e no mundo não surgiram da mente de apenas um cozinheiro talentoso. Quase todos os pratos foram surgindo aos poucos, com o palpite de alguém aqui, uma sugestão (séculos depois) de outro ali, até pintar a receita que a gente conhece hoje em dia. São histórias que não só ajudam a abrir o apetite como também matam sua fome de curiosidade.
Experimente só conhecê-las.
BATATA FRITA
300 anos de polêmica
Nos Estados Unidos, o prato preferido de dez entre dez crianças e jovens recebeo nome de french fries (fritas francesas). É que a chegada da batata frita naquele país é atribuída ao ex-presidente Thomas Jefferson, que se manteve no poder entre 1801 e 1809. Jefferson teria apresentado a delícia aos americanos em um jantar na Casa Branca após retornar de uma viagem a Paris, onde conheceu a receita. Isso explicaria o nome dado ao prato por lá e forneceria uma boa pista sobre que país criou essa maravilha. O problema é que os especialistas não chegam a um consenso sobre o assunto. Além dos franceses, belgas, alemães e ingleses reivindicam a paternidade da idéia de fritar batatas em óleo quente, uma receita que existe há pelo menos três séculos. Até mesmo a chegada do prato aos Estados Unidos é questionada por historiadores, para os quais esse método de preparo já era comum no país no século 18, muito antes do jantar de Thomas Jefferson. Mas uma coisa é certa: a popularização das fritas no mundo ocorreu após o surgimento das redes de fast food o McDonalds, a principal delas, abriu as portas em 1954.
BIFE À MILANESA
Santa criatividade
Há várias versões para a origem, mas o mais provável é que o bife à milanesa tenha surgido mesmo na cidade que batiza o prato. Um método de preparo semelhante ao atual em que a carne é empanada com ovos batidos e farinha de rosca antes de ser frita foi descrito no cardápio de um almoço realizado em 1134 na Igreja de Santo Ambrósio, em Milão. O episódio é citado pelo historiador italiano Pietro Verri no livro Storia di Milano (História de Milão), publicado em 1783.
PIZZA
Mezzo grega, mezzo italiana
As raízes da pizza se perdem no início das primeiras civilizações. Séculos antes de Cristo, os gregos já consumiam rodelas de pão assado cobertas com ingredientes como óleo e cebola. Com a expansão do Império Romano, essas receitas ancestrais das pizzas passaram a ser consumidas em quase todos os territórios ocupados, com os árabes e outros povos contribuindo com novos ingredientes para incrementar o prato. Mas a pizza só começou a ganhar a cara de hoje por volta do século 16, quando os italianos, que já usavam o queijo, introduziram o indispensável molho de tomate na receita. Três séculos depois, em 1830, foi aberta a mais antiga pizzaria que se conhece, na cidade de Nápoles, também na Itália.
SUSHI
Conservante apetitoso
Antes de mais nada, é preciso explicar que o nome sushi serve para várias receitas à base de arroz, peixe e vegetais. Uma das variantes mais comuns é o nigirizushi, que consiste em uma fatia de peixe cru sobre um bolinho de arroz temperado com vinagre. Essa receita apreciada nos restaurantes japoneses de hoje surgiu em Tóquio, na segunda metade do século 18. Mas a inspiração para o prato tem uma origem bem mais antiga, numa técnica para conservar peixes criada pelos chineses há mais de 2 mil anos. Nessa época os chineses salgavam o pescado e o envolviam com uma massa de arroz cozido. Meses depois, o embrulho natural fermentava, tornando-se ácido. O arroz era descartado, mas o peixe ainda estava bom para comer. Com o tempo, a embalagem, ou seja, o arroz, passou a ser consumida também.
Informações retiradas do site Mundo Estranho, para ler na íntegra e conhecer outras curiosidades,
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21.4.04
Hoje recebi uma mensagem que falava da vida, ou melhor, que falava de vida.
E fiquei refletindo sobre isto.
Você já percebeu quantas vezes nos pegamos correndo em direção à uma linha de chegada que está sempre fora do alcance?
Em como passamos por esta pista de corrida que é a vida, como se estivéssemos participando de uma maratona?
Corra mais devagar, ande mais devagar, dance mais devagar.
Tenha tempo de fazer as coisas que você gosta. Abra a janela e olhe o sol que está lá fora. Ouça a chuva no telhado, o canto dos pássaros, o riso das crianças. Esta é a melodia da vida, que Deus toca todos os dias para você. Você já a ouviu hoje?
Acho que não.
Estamos sempre ocupados demais. Correndo, correndo, tentando vencer obstáculos que não sabemos quais são, passando pela pista tão rápido, que não dá tempo de olhar em volta. Quem são nossos espectadores, quem está sentado na arquibancada? Muitas vezes alguém está lá, torcendo por você, e você nem viu, pois a pressa pela linha de chegada era maior.
Será que que vamos vencer?
Ou será que quando cruzarmos a linha de chegada, quando alcançarmos o fim, perceberemos que o percurso era muito melhor.
Será que teremos conquistado todas as medalhas que buscávamos?
Pense nisso, e corra mais devagar, pois muito mais importante do que vencer é participar.
Participe da vida, sinta o sabor que ela tem. (Karla Elisa)
11.4.04
Páscoa é sinônimo de renovação.
Clichê mais do que batido. Porém, mesmo assim, desejo à todos, uma nova força, uma energia extra para correr em busca da realização dos sonhos, para lutar pelos ideais da vida.
Que as famílias possam estar reunidas e em harmonia para celebrar esta data, que relembra o fato de Jesus ter vindo para nos ensinar uma lição de amor e de paz.
Que nesta data, Deus, Pai maior de todos nós, ilumine nossos governantes, para que este mundo mais soberano, mais igual, mais HUMANO, possa finalmente existir. 2004 anos depois.