22.5.05

Está ficando frio, e acho que agora o frio veio para ficar, o verão de maio se vai lentamente.
Os dias acabam mais cedo, o céu está de um azul maravilhoso, e o sol brilha como em nenhuma outra estação.
Os casacos já abandonam as prateleiras do armário, e os cachecóis vão pegar um sol, para perder o cheiro de guardados.
Está gostoso para dormir mais, abraçar mais, e um chocolate quente sempre cai bem.
As sopas também já voltaram ao cardápio, e o café na xícara esfria rapidamente.
A camisola não me aquece, e sentada aqui, defronte esta tela mágica que me liga ao resto do mundo em segundos, eu me enrolo no cobertor para escrever estas palavras.
Eu amo o inverno, especialmente estes dias antes do período mais frio. Parece que tudo é mais bonito, e que a vida é melhor.
Todo ano eu me sinto assim.
O vento que passeia entre as folhas das árvores canta uma canção que me fala da beleza da vida, que me incentiva a amar mais facilmente.
As flores me pedem água com mais frequência pois este vento as desidrata. Meus gatos estão manhosos e brigam pelo espaço entre o cobertor amarelo. Parece que tudo para o que eu olho tem mais vida, e que meus sentimentos também estão mais sensíveis.
É, definitivamente o inverno é uma estação de emoções.

Postado por Karla, em 9:07 AM
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8.5.05

Algumas palavras para homenagear minha amada mãe. Porque a minha mãe é paz, é alegria. Em verso e prosa e também sem rima. Porque minha mãe é sol e calor, é riso que aquece, abraço que cura. Porque minha mãe é única, perfume de flor sem igual, essência de Deus, e que perfumista algum conseguiu desifrar. Porque minha mãe é felicidade, é companhia. No curativo do joelho, na dor de barriga, no vestibular. Porque minha mãe é tudo, é céu, é mar, é terra e fogo. Ela é essência de vida, prazer do dia, inspiração do amanhã. Mamis, eu te amo.

DIA DAS MÃES
Se eu tivesse inspiração bastante, faria um poema para as mães feias, as mães que vivem entocadas, exercendo a auto-censura da vergonha.
Para as mães que queimaram o rosto quando iam aquecer o leite do filho. Para as mães desdentadas, pobres, carentes, de um só braço ou nenhuma perna, mães coxas, sofridas, rejeitadas, sem maior atrativo físico, mães anêmicas de vitaminas e de amor social. Eu destinaria meu verso simples para a mãe prostituta por necessidade. Pode haver amor maior e mais ilimitado do que se entregar por algum dinheiro, sem direito a prazer, só para dar comida ao seu rebento?
Porque eu sei que toda mãe é santa, e não apenas aquelas mulheres cheirosas, vistosas, abastadas e finas que frequentam os comerciais. As mães que meu verso cantaria hoje nunca fizeram cirurgia plástica e jamais serão encontradas nas revistas que nos convidam à gastança, ao luxo, ao culto do corpo, ao faz-de-conta de que a juventude é eterna. Mas seriam mães incomparáveis - de uma incomparável beleza da alma. (Solange Rech)


Postado por Karla, em 5:14 PM
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1.5.05


Você gosta de ir à praia?
E no frio?
Hoje eu estive na praia, de calça jeans e sapato.
De moletom e cachecol.
Foi uma delícia. Levei a esteira e sentei lá, de olho naquela imensidão de água azul e ondas que mesmo quando não tem platéia vem dançar na areia.
O sol estava bem quentinho e logo o cachecol e o moletom ficaram de lado.
Mas o amor pelo mar e pela sinfonia que suas ondas cantam para mim não ficam de lado nunca, mesmo quando o bikini não pode ir junto.

Ps: essa imagem é da Ana, do Niagara Falls, ela bateu quando esteve lá há algumas semanas atrás.

Postado por Karla, em 10:33 PM
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Eu, amante da vida, Das boas músicas, dos filmes românticos. Amante da leitura e da poesia. Amiga, mulher, esposa, confidente, algumas vezes irada, geralmente apaixonada. Tentando acertar o passo nesta dança que é a vida. Colecionadora de amigos, de bons momentos, de emoções (esta idéia das emoções eu roubei da Ana), colecionadora de sapatos e de bolsas, louca por cosméticos, completamente viciada em Coca-cola, já nem tento mais fingir pra mim mesma que eu não sou. Estudante de Moda, da vida, das emoções e dos sentimentos humanos, alguém que apesar de adorar as roupas, olha por de trás delas quando se depara com um novo amigo. Essa sou eu, ainda tentando ser mais Gisele, mas não mais tão neurótica. Essa sou apenas eu, tentando ser sempre, mais e mais feliz.

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Quem dera ter nascido mais Gisele, mais magra, mais alta, mais sortuda e mais poderosa. Ao inferno com as dores de cotovelo. Que atire a primeira pedra a mulher que nunca fez dieta, que nunca desejou andar de salto alto o dia inteiro e não se arrepender, que nunca invejou o corpo da próxima, que nunca se apaixonou por algum Gianechini. Aqui, encontro de mulheres, amigas, amantes, batalhadoras, sonhadoras, donas de casa, mães, irmãs, amigas, filhas, namoradas, apaixonadas, mal amadas. Mulheres, tão somente mulheres que ao trocar idéias se tornam mais fortes, mais confiantes.Mais mulheres... Seja bem vinda ao mundo do Bolsa de Mulher. Aqui você pode tudo, chorar, rir até não poder mais, contar piada, trocar receitas, olhar a moda, deixar idéias, e principalmente, ser feliz, muito mais feliz.

A dona da Bolsa...

Karla, 25 primaveras, vivo em Blumenau - SC. Sempre quis ser uma dessas mulheres charmosas e glamourosas que saem de casa perfumadas e lindas pela manhã e permanecem assim até de noite. Porém, como sou muito destrambelhada e vivo me sujando e tropeçando e sempre cometendo gafes, resolvi criar o Bolsa de Mulher, para trocar idéias e fazer amigos.


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